quarta-feira, 14 de novembro de 2012

HISTÓRIA DA VOLKSWAGEN

     ESCOLA FV.FABIO VICENTINI TREINAMENTO PARA HABILITADOS.

 

 

 

Volkswagen


Origem:



 

Volkswagen Passenger Cars
Volkswagen logo.svg
SloganDas Auto (O carro, em alemão)
Fundação1937
SedeWolfsburg, Alemanha Alemanha
LocaisMundial
FundadorFerdinand Porsche e Robert Ley
IndústriaAutomobilística
ProdutosAutomóveis
Lucro▲  73.94 bilhões (2007)
LAJIR▲  1.94 bilhões (2007)
A Volkswagen (pronuncia-se AFI: [ˈfɔlksˌvaːɡən], ou pt-BR "folks váguen", traduzido: "carro do povo"), ou simplesmente Volks (pronuncia-se "fólks", traduzido: "do povo"), é uma das maiores fabricantes de automóveis do mundo, com sede mundial na cidade de Wolfsburg, Alemanha.
O Grupo Volkswagen, além da marca Volkswagen, é também proprietário das marcas Audi, Bentley, Bugatti, Ducati, Lamborghini, Seat, Porsche,Skoda, MAN e Volkswagen
Caminhões e Scania.

Em março de 2011, a Volkswagen adquiriu o segmento comercial da Porsche, por 3,3 bilhões de euros, tendo assim o direito de negociar e operar pela marca "Porsche", fazendo com que a Volkswagen fique mais próximo à fusão com a "PHS" (Porsche Holding Salzburg)
Em Julho de 2011 a Volkswagen que já era o maior acionista do Grupo MAN SE, elevou sua participação para 55,9% das ações, consolidando-se como acionista majoritário.
Em abril de 2012 a Volkswagen, por intermédio da Audi, anunciou o compra da fabricante italiana de motos Ducati, aumentando a rivalidade com a BWM também no segmento de motos esportivas
A Volkswagen também patrocina alguns eventos esportivos, como o Rali Dakar, a Seleção Argentina de Futebol, a Seleção Brasileira de Futebol, Seleção Neozelandesa de Futebol e a Seleção Russa de Futebol, além da Academia do David Beckham. Também patrocinou os Jogos Olímpicos de Verão de 2008 e patrocina o time alemão Vf
 Wolfsburg.
A Volkswagen possui no Brasil, mais precisamente no Estado de São Paulo, duas PCH-Pequena Central Hidrelétrica nas margens do Rio Sapucaí, sendo uma denominada de Anhanguera e a outra, nomeada Monjolinho, atualmente em implantação.

 

 

História

Origem: Década de 30, século XX, Alemanha


Porsche Type 12.

A origem da empresa remonta à década de 1930, na Alemanha nazista, e ao projeto de construção do automóvel que ficaria conhecido no Brasil como "Fusca", em Portugal como "Carocha", na Alemanha como "Käfer" e nos Estados Unidos e Reino Unido da Grã-Bretanha, como "Beetle". O termo "Volkswagen" foi cunhado por volta de 1924 pelo engenheiro alemão-judeu Josef Ganz, que lutava para modernizar a indústria automobilística alemã, publicando suas idéias de introduzir suspensões independentes com semieixos oscilantes, baixo centro de gravidade e chassi com tubo central num automóvel popular que custasse o mesmo que uma motocicleta. Em 1933, Adolf Hitler visita o Salão Internacional do Automóvel de Berlim e vê no Volkswagen, uma forma eficiente de propaganda nazista, e passa a defender a ideia de carro do povo como se fosse sua. Josef Ganz Edmund Rumpler foram cogitados para dirigir o projeto, mas logo foram descartados por serem judeus. O engenheiro encarregado de desenvolver o modelo foi Ferdinand

Porsche (1875-1952), apesar de grande parte de seu desenho ter sido inspirado nos carros desenvolvidos por Hans Ledwinka para a empresa Tatra.
Cerca de 336 mil pessoas pagaram pelo modelo, e protótipos do carro, chamados em alemão KdF-Wagen (KDF significa Kraft durch Freude, em português, "força através da alegria", um dos lemas do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães, o conhecido Partido Nazista), surgiram a partir de 1936, sendo os primeiros modelos produzidos em
Stuttgart. O carro já possuía as curvas de seu formato característico e o motor refrigerado a ar, de quatro cilindros, montado na traseira, similar ao Tatra. Erwin Komenda, chefe de desenho da Porsche de longa data, desenvolveu o corpo do protótipo que seria igual ao dos Carochas/Fuscas posteriores.
A nova fábrica - implantada numa cidade que foi criada em torno da mesma e batizada de KdF-Stadt (atual
Wolfsburg) - só havia produzido algumas unidades quando a Segunda Guerra Mundial iniciou-se em 1939. Como consequência da guerra, sua produção foi adaptada para veículos militares, como o jipe Kübelwagen, o modelo anfíbio Schwimmwagen e o Kommandeurwagen.

1945 - Um futuro incerto

A empresa deve a sua existência no pós-guerra a um homem, o major britânico Ivan Hirst. Em abril de 1945 a KdF-Stadt e sua fábrica fortemente bombardeada foram capturados pelos norte-americanos, e passaram às mãos da administração britânica. A primeira idéia foi usá-la para a manutenção de veículos militares pesados. Para Hirst, como ela fora usada para produção militar e fora um "animal político" (menção pessoal) ao invés de um empreendimento comercial, seu equipamento na época fora destinado às reparações de guerra. Assim, Hirst pintou um dos carros da fábrica de verde e o exibiu em instalações militares britânicas. Dispondo de poucos veículos leves de transporte, em setembro de 1945 o exército britânico foi persuadido a encomendar 20.000 unidades. As primeiras unidades foram para o pessoal das forças de ocupação e para o correio alemão. Por volta de 1946 a fábrica estava produzindo 1000 carros por mês, uma quantidade notável, uma vez que a fábrica ainda precisava de reparos: o teto e os vidros danificados interrompiam a produção quando chovia, e o aço para fazer automóveis era pago com veículos produzidos.
O carro e a cidade mudaram seus nomes da época da
Segunda Guerra Mundial para, respectivamente, Volkswagen e Wolfsburg. Enquanto isto, a produção crescia. Como ainda era incerto o futuro da fábrica, a mesma foi oferecida a representantes de empresas automobilísticas britânicas, americanas e francesas. Todos a rejeitaram. Depois de visitar a fábrica, Sir William Rootes, da indústria britânica Rootes Group, declarou que "o modelo não atrai o consumidor médio de automóveis, é muito feio e barulhento... se vocês pensam que vão fazer automóveis neste lugar, vocês são uns grandes tolos, rapazes". Ironicamente, a Volkswagen fabricou nos anos 80 uma versão do Hillman Avenger, modelo criado pela empresa de Rootes (Hillman), após esta ter sido absorvida pela Chrysler em 1978, e de a Chrysler, por sua vez, ter vendido sua fábrica na Argentina - que produzia este modelo como "Dodge Polara" - para a Volkswagen.

1948-1974 - Ícone da recuperação alemã


Fábrica da Volkswagen na cidade de Wolfsburg, Alemanha.


Fusca 1949.
Após 1948, a Volkswagen se tornou um importante elemento simbólico e econômico, da recuperação da Alemanha Ocidental. Heinrich Nordhoff (1899-1968), ex-gerente da área de caminhões da Opel foi chamado para dirigir a fábrica naquele ano. Em 1949 Hirst deixou a empresa, agora reorganizada como um monopólio controlado pelo governo alemão ocidental. Além da introdução do veículo comercial "VW tipo 2" (conhecido como Kombi) em suas versões de passageiros, furgão e camioneta, e do esportivo Karmann Ghia, Nordhoff seguiu a política de modelo único até pouco antes de sua morte em 1968.
A produção do "tipo 1", nome oficial do "Carocha" ou "Fusca", cresceu enormemente ao longo dos anos no mundo todo, tendo atingido 1 milhão de veículos em 1954.
Durante a década de 1960 e o início dos anos 70, apesar de o carro estar ficando ultrapassado em alguns aspectos, suas exportações para os EUA, sua
publicidade inovadora e sua reputação de veículo confiável ajudaram seus números de produção total superarem os do recordista anterior, o Ford Modelo "T". Por volta de 1973 sua produção mundial já superava 16 milhões de unidades.
A Volkswagen expandiu sua linha de produtos em
1967 com a introdução de vários modelos "tipo 3", os quais eram essencialmente variações de desenho de carrocerias ("hatch", três volumes) baseados na plataforma mecânica do "tipo 1". Novamente o fez em 1969 com a linha relativamente impopular chamada "tipo 4" que diferiam bastante dos anteriores pela adoção de carroceria monobloco, transmissão automática e injeção de combustível.

1974 - Do "Käfer" para o Golf

A Volkswagen (VW) enfrentou sérios problemas em fins dos anos 60, com o insucesso dos "tipo 3" e "tipo 4" também com o K70, baseado em modelo da montadora NSU. A empresa sabia que a produção do "Käfer" (Carocha, Fusca) iria terminar algum dia, porém o enigma sobre como substituí-lo se convertera num pesadelo. A chave para o problema veio da aquisição da Audi/Auto-Union, em 1964. A Audi possuía os conhecimentos tecnológicos sobre tração dianteira e motores refrigerados a água dos quais a Volks tanto necessitava para produzir um sucessor de seu "tipo 1". A influência da Audi abriu caminho para uma nova geração de Volkswagens: Polo, Golf e Passat.
A produção do Käfer na fábrica de Wolfsburg cessou em 1974, sendo substituído pelo Golf. Era um veículo totalmente diferente de seu predecessor, tanto na mecânica quanto no desenho, com suas linhas retas desenhadas pelo projetista
italiano Giorgetto Giugiaro). Seu desenho seguiu tendências estabelecidas pelos pequenos modelos familiares, tais como o Mini Cooper, de 1959 e o Renault 5, de 1972—o Golf tinha um motor refrigerado a água montado transversalmente, desenho "hatch-back" e tração dianteira, uma configuração que tem dominado o mercado desde então. A produção do Käfer (Carocha/Fusca) continuou em fábricas alemãs menores até 1978, porém o grosso da produção foi deslocado para o Brasil e o México.

Dos anos 70 aos dias atuais


 
Desde a introdução do Golf, a Volkswagen tem oferecido uma gama de modelos semelhantes a de outros fabricantes europeus. O Polo, menor em tamanho que o Golf e introduzido na mesma época, os esportivos Scirocco e Corrado, e o Passat, de maior tamanho, foram os mais importantes e significativos. Em 1998 a Volks lançou o chamado New Beetle, um carro com plataforma baseada no Golf e desenho que lembrara o "Beetle"/"Käfer". Em 2002, a empresa alemã - cujo nome traduzido ao português significa "carro do povo" - lançou dois automóveis para o segmento de alto luxo: a limusine Phaeton(como chamam os sedãs na Alemanha,seu maior mercado) e o SUV Touareg.
Em
30 de julho de 2003, o último Carocha/Fusca foi produzido no México, selando para o modelo um total de 21.529.464 unidades produzidas em todo o mundo.
Hoje, a Volkswagen é parte do
Volkswagen AG (Volkswagen Aktiengesellschaft), que inclui as marcas:
  • Audi -- antiga Auto Union/DKW—comprada da Daimler-Benz em 1964-1966.
  • NSU Motorenwerke AG -- comprada em 1969 pela divisão Audi. A marca não é mais usada desde 1977.
  • SEAT-- marca espanhola adquirida em 1987.
  • Škoda -- adquirida em 1991.
  • Bentley -- adquirida em 1998 da empresa inglesa Vickers, junto com a marca Rolls-Royce.
  • Bugatti -- adquirida em 1998.
  • Lamborghini -- adquirida em 1998 pela divisão Audi.
  • MAN SE -- Tornou-se sócia marjoritária em 2008 com 55,9% das ações
  • Scania AG—adquirida em 2008.
  • Italdesign Giugiaro S.p.A -- adquirida em 2010.
  • Ducati Motor Holding -- adquirida em 2012 pela divisão Audi
De julho de 1998 até dezembro de 2002 a divisão Bentley da Volkswagen também vendeu automóveis sob a marca Rolls-Royce, após acordo com a também alemã BMW, a qual comprara os direitos de uso do nome. A partir de 2003, apenas a BMW pode fabricar automóveis com a marca Rolls-Royce. Possui 19,9% das ações da Suzuki Motor Corporation desde 2009.

Outras fábricas.

  • Uma das maiores fábricas da Volkswagen está situada na vila de Palmela a sul de Lisboa, que é conhecida como a Autoeuropa.

  • A Volkswagen Motores está localizada na cidade de São Carlos no Estado de São Paulo.

  • A Volkswagen Caminhões e Ônibus foi vendida à MAN Latin America,(Pertencente ao Grupo VW) e está localizada na cidade de Resende no estado do Rio de Janeiro.
  • A Volkswagen de Taubaté e Vinhedo no estado de São Paulo e a Volkswagen de São José dos Pinhais no estado do Paraná.
  • A Volkswagen de São Bernardo do Campo no estado de São Paulo é a matriz no Brasil.

Portfólio no Brasil.

O atual portfólio da marca alemã contém 23 veículos, sendo metade destes produzidos no Brasil: Gol "G4", Novo Gol, Voyage, Saveiro, Parati, CrossFox, Fox, Polo (hatch e sedan), Golf e Kombi; O SpaceFox e a Amarok são produzidos na Argentina; Passat, Passat Variant, Passat CC e Tiguan são produzidos na Alemanha; o Touareg é produzido na Eslováquia; Bora, Jetta, Jetta Variant e New Beetle são produzidos no México: o Eos é produzido em Portugal (Palmela).
Ao longo dos últimos anos, a Volkswagen do Brasil foi dirigida por quatro presidentes diferentes (Herbert Demel, austríaco, Paul Fleming, inglês, Hans-Christian Maergner, alemão e Thomas Schmall, alemão) e é a atual primeira colocada em vendas em produção de carros e comerciais leves, em território nacional.

 
 
 
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terça-feira, 13 de novembro de 2012

ELEMENTOS BÁSICOS DA DIREÇÃO DEFENSIVA.

      ESCOLA FV.FABIO VICENTINI TREINAMENTO PARA HABILITADOS.




ELEMENTOS BÁSICOS DA DIREÇÃO DEFENSIVA
SÃO 5 (CINCO) OS ELEMENTOS BÁSICOS DA DIREÇÃO DEFENSIVA
I – CONHECIMENTO:
Para dirigirmos defensivamente, não basta ter só os conhecimentos sobre C.T.B.(Código de Trânsito Brasileiro), que define normas, proibições e a conduta dos condutores. É necessário que também tenhamos o conhecimento dos livros e apostilas especializadas que cada vez mais atualizadas explicam os assuntos.
II– ATENÇÃO
Nenhuma forma de transporte exige mais atenção do condutor do que o transporte rodoviário, isto é , dos veículos automotores. Uma máquina de trem conta com seus auxiliares. O avião comercial tem controles duplos, sendo um para o copiloto . Além disso, o piloto recebe ajuda de complexas instalações em terra. O comandante do navio por sua vez, é auxiliado por uma tripulação experiente e instrumentos de navegação.
Já um condutor de um veículo automotor, o motorista, sem essas facilidades, tem que se manter alerta durante cada segundo ao volante, consciente de que está sempre sob o risco de acidente, mesmo que causados por terceiros.
A atenção deve ser direcionada a todos elementos da via,(condições, sinalização, tempo e outros) como também as condições físicas e mentais do condutor, deve-se atentar ainda aos cuidados com a manutenção do veículo, tempo de deslocamento, conhecimento prévio do percurso, entre outros.
Mantenha sua atenção no trânsito e não se distraia com conversas, som alto , uso de rádio amador ou aparelho de telefone celular, pois esta distração pode ser fatal.
ESCOLA FV.FABIO VICENTINI. ( III – DECISÃO ):
Quando surgir uma situação de perigo, o motorista deverá estar atento para tomar uma decisão e ter a habilidade de fazer uma escolha correta a tempo de evitar um acidente.
Portanto, esteja sempre preparado para fazer a escolha correta nas situações imprevistas, de modo que possa contribuir para evitar os acidentes de trânsito, mantendo-se atento a tudo que circula nas vias para que essa decisão possa ser rápida e precisa, salvando sua vida e de outros envolvidos numa situação de risco.
Lembre-se que no local do acidente a primeira decisão a ser tomada é sinalizar a área utilizando o triângulo, o pisca alerta e galhos das árvores.
IV - PREVISÃO.
O motorista deve estar sempre atento e prevenido para certas eventualidades que possam ocorrer no seu trajeto, isto é, deve estar preparado e com a decisão formada do que vai fazer em situação que poderá acontecer.
V - HABILIDADE .
O condutor precisa desenvolver ao máximo suas habilidades, isto é, estamos falando da capacidade de manusear os controles do veículo e executar com perícia e sucesso qualquer manobra básica de trânsito fazendo curvas, ultrapassagens e mudança de direção.
Não esqueça que a prática conduz a perfeição, tornando você um hábil motorista defensivo.

CONDIÇÕES ADVERSAS

Condições adversas são todos aqueles fatores que podem prejudicar seu real desempenho no ato de dirigir, tornando maior a possibilidade de um acidente de trânsito.
As condições adversas que podem causar acidentes de trânsito são:
l- luz 2 – Tempo 3 – Vias 4 – Trânsito 5 – Veículo 6 – Motorista

CONDIÇÕES ADVERSAS – LUZ


LUZ EM EXCESSO

As condições de iluminação são muito importantes na Direção Defensiva. A intensidade de luz natural ou artificial, em dado momento, pode afetar a capacidade do motorista de ver ou de ser visto. Pode haver luz demais, provocando ofuscamento, ou de menos, causando penumbra.
 

 

 
 
 


















CONDIÇÕES ADVERSAS – TEMPO

DIRIGIR COM CHUVA
São condições atmosféricas, as chuvas, neblina e vento. Todos esses fenômenos reduzem muito a capacidade visual dos motoristas, tornando a pista escorregadia, o que pode levar o condutor a perder o controle da sua direção podendo causar derrapagens. Na verdade em condições extremas, torna-se muito difícil, quando não impossível, de visualizar até mesmo os contornos da via, a margem das pistas, as linhas divisórias e a sinalização, dificultando a capacidade de ver e ser visto.
Em caso de chuva, lembre-se:
* Reduza a velocidade e mantenha uma distância de segurança, isto é, maior do que o veículo da frente.
* A visibilidade é prejudicada, neste caso mesmo se for de dia, é obrigado acionar pelo menos as luzes de posição e se quiser ascenda os faróis baixos para tornar-se mais visível aos outros condutores de veículo.
* Saiba que o perigo começa nos primeiros pingos da chuva e que se misturam com a fuligem, poeira, resíduos de borrachas dos pneus, formando uma fina camada que é muito escorregadia sobre a pista, devendo os condutores transitarem em uma velocidade baixa, pois a parada do veículo demora mais numa necessidade de frenagem de emergência.
ESCOLA FV.FABIO VICENTINI. ( DIRIGIR NA NEBLINA OU CERRAÇÃO ).

Em situações de má visibilidade (neblina ou cerração), os cuidados deverão ser redobrados.

Observe o seguinte:
* Segure bem o volante ao passar por possas, e se sua velocidade for alta você corre o risco de perder o controle do veículo pela aquaplanagem. Diminua a velocidade mantendo-a constante.
* Nunca reduza a velocidade bruscamente, para não ocorrer colisões traseiras.
* Mantenha uma distância segura dos outros veículos.
* Se precisar parar o veículo, escolha um lugar seguro e sinalize devidamente.
* Jamais ligue o pisca alerta com o veículo em movimento, trafegue com o farol baixo ligado.
* Evite o embaçamento dos vidros, abra-os ou utilize o sistema de ventilação ou use o desembaçador.
Lembre-se que a presença de neblina também causa umidade no pavimento, o que dificulta qualquer manobra, por isso exigindo uma maior distância para frenagem.
Também devemos considerar a condição de tempo (relógio). Se você tem um horário a cumprir e sai em cima da hora de sua casa, certamente estará preocupado com o seu horário e não com as situações de trânsito que vai encontrar no percurso, e este é um fator que predispõe você a ser imprudente forçando passagem entre os veículos, aumentando a velocidade ou desrespeitando a sinalização e as regras do trânsito, pondo em risco todos os usuários da via.
Art. 220 – Deixar de reduzir a velocidade do veículo de forma compatível com a segurança do trânsito sob chuva, neblina, serração ou ventos fortes:
Infração:grave
Penalidade:multa R$ 127,69

AQUAPLANAGEM OU HIDROPLANAGEM

 
 
 








Significa dirigir sobre uma fina camada de água, o que indica que os pneus não estão em contato com a superfície do pavimento. Este fenômeno se dá pela combinação dos seguintes fatores.
* Velocidade alta.
* Quantidade excessiva de água sobre o pavimento.
* Profundidade insuficiente dos sulcos das bandagens dos pneus (lisos).
* Pneus maus calibrados.
Para manter-se livre desses riscos, tome os seguintes cuidados:
* Em dias de chuva, reduza a velocidade de forma compatível com o local.
* Rode com os pneus novos ou com bom estado de conservação, com o mínimo de 1,6mm de banda de rodagem.
* Calibre os pneus segundo as especificações do fabricante e do veículo. Verifique a calibragem pelo menos uma vez por semana.


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DIRIGIR DEFENSIVAMENTE É O MODO DE EVITAR ACIDENTE.

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DIREÇÃO DEFENSIVA.

 

DIRIGIR DEFENSIVAMENTE É O MODO DE EVITAR ACIDENTE.
Diariamente ocorre inúmeros acidentes de trânsito, trazendo como conseqüência grandes prejuízos humanos e materiais. Dados estatísticos comprovam que os índices de ocorrência vem aumentando ano a ano e para que diminua, não depende somente de policiamento e fiscalização, mas sim, combinando esforços entre a engenharia, educação e o esforço legal dos condutores.
75% dos acidentes são causados por falhas humanas.
12% são causados por falhas mecânicas.
07% outras causas.
06% são causadas por más condições das vias.
Então, podemos dizer que 93% dos acidentes, tem como causador direto ou indireto, os condutores dos veículos.
O trânsito não depende só de você . Estar atento ,não confiar cegamente no veículo e dirigir de modo prudente é um bom começo para dirigir bem.
Dirigir defensivamente é planejar todas as ações pessoais com antecedência, a fim de prevenir-se contra o mau comportamento de outros motoristas e as condições adversas.
Para o condutor ter um comportamento seguro no trânsito ele deve perceber antecipadamente os riscos e agir prontamente para evitá-los ou controlá-los.
ACIDENTE EVITÁVEL:É aquele em que o motorista não faz tudo o que pode ser feito para evitar que o acidente aconteça.
ACIDENTE INEVITÁVEL:É aquele em que o motorista fez tudo o que era possível fazer, mas não conseguiu evitar.

CONCEITO DE DIREÇÃO DEFENSIVA

Dirigir defensivamente é o modo de dirigir para evitar acidentes, apesar das ações incorretas dos outros e das condições adversas. Direção Defensiva, é uma nova doutrina que permite ao condutor de veículos que não se envolva em acidentes. Essa é uma técnica que já está sendo difundida no mundo inteiro. Permite ao condutor que ao detectar que irá sofrer um acidente poderá evitá-lo ou sair do mesmo, sem sofrer maiores danos.
Diariamente ocorrem inúmeros acidentes de trânsito, trazendo como conseqüência grandes prejuízos humanos e materiais. Dados estatísticos comprovam que os índices de ocorrência vem aumentando ano a ano, e para que isso diminua não depende somente de policiamento e fiscalização, mas sim combinando esforços entre a engenharia, educação e o esforço legal dos condutores.
75% dos acidentes são causados por falhas humanas.
12% são causados por falhas mecânicas
Então, podemos dizer com certeza, que dirigir defensivamente é quando :
-Defende sua vida, a vida do próximo e dos passageiros que estão no veículo.
-Sempre que estiver na direção do veículo estar atento para todas as circunstâncias.
-Sempre respeitar as leis do trânsito, pois elas existem para lhe proteger.
0 objetivo da Direção Defensiva é de uma viagem perfeita (sem falhas), isto é, sem cometer infrações, sem abusar do veículo, sem atrasos nos horários e sem faltar com a cortesia no trânsito, e para que isso ocorra devemos muitas vezes mudar nosso modo de dirigir, pois só assim conseguiremos prevenir acidentes.

 

 






 

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CÓDIGO DO RENAVAM GANHARÁ DOIS DIGITOS A PARTIR DE 01 DE ABRIL DE 2013.

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Código do Renavam ganhará dois dígitos a partir de 1º de abril de 2013

O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) informa que o código do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) - número único atribuído a cada veículo emplacado - passará a ter 11 dígitos, a partir 1º de abril de 2013.
Essa alteração está sendo feita em razão da numeração estar próxima do limite máximo. Atualmente, o Renavam é composto por nove dígitos e essa modificação não altera seu módulo de cálculo. Os números antigos terão acrescidos zeros à esquerda e não serão alterados.
Desde março deste ano, a equipe do Denatran está tratando da mudança com os Departamentos Estaduais de Trânsito e demais parceiros, para que a modificação ocorra sem problemas. O início dos testes está marcado para 1º de fevereiro de 2013.
O Renavam conta com diversas informações, sobre o chassi, o monobloco, os agregados e as características originais do veículo. Para a expedição do Certificado de Registro de Veículo, por exemplo, o órgão executivo de trânsito consulta o cadastro do Renavam.
 


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INFORMATIVO ESCOLA FV,


 
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(INFORMATIVO DENATRAN).
 
 
O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) decidiu, nesta quarta-feira (31/10), que será obrigatório o uso do Simulador de Direção Veicular em todos os Centros de Formação de Condutores (Autoescolas) do país, para habilitação na categoria “B”. As autoescolas terão até o dia 30 de junho de 2013 para se adequar às normas estipuladas para o uso do equipamento. O objetivo é utilizar a tecnologia para qualificar a formação de novos condutores e ter mais segurança no trânsito.
O protótipo do simulador está no estande do Ministério das Cidades, no 27º São Internacional do Automóvel de São Paulo, para conscientizar os motoristas sobre a necessidade de cumprir as regras no trânsito. O estande é uma das ações da Campanha Permanente para Redução de Acidentes no Trânsito, do Governo Federal, para reduzir pela metade o número de mortes no trânsito até 2020. “O simulador será mais um instrumento que qualificará o treinamento dos novos motoristas, para evitar acidentes nas ruas”, disse o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro.
A coordenadora-geral de Qualificação do Fator Humano no Trânsito do Departamento Nacional de Transito (Denatran), Cristina Hoffmann, afirmou que o motorista enfrentará as aulas práticas com mais segurança, após o treinamento virtual no simulador. “Os futuros condutores poderão passar por situações que irão permitir o domínio do veículo e a atenção necessária e indispensável à segurança no trânsito”, disse. Segundo a educadora de trânsito, o maior número de acidentes no Brasil está associado à imprudência ao volante.
A simulação na prática de direção veicular deverá ser ministrada em equipamentos homologados pelo Denatran, sob a fiscalização dos órgãos executivos estaduais de trânsito e do Distrito Federal. Serão cinco aulas de 30 minutos com conteúdo didático, como conceitos básicos de condução, marchas, aprendizado de circulação em avenidas, curvas, estradas, vias de tráfego, regras de segurança, congestionamento e em situações climáticas e de risco.
Os futuros condutores só poderão utilizar o simulador após o cumprimento da carga relativa às aulas teóricas-técnicas, e antes da realização do exame teórico. As aulas serão ministradas pelo instrutor de trânsito, o diretor de ensino, ou o diretor geral do Centro de Formação de Condutores (CFC), que deverá acompanhar e supervisionar de perto cada candidato. O equipamento poderá ter o seu uso compartilhado por um ou mais autoescolas.
Para a implantação do simulador nas autoescolas, foi necessária alterações na Resolução Contran nº 168/2004, que institui as normas e procedimentos para a formação de condutores de veículos automotores e elétricos, e na Resolução Contran nº 358/2010, que trata de procedimentos de credenciamento de instituição ou entidades publicas ou privadas voltadas ao aprendizado de candidatos e condutores.
Estudos - O “National Center Injury ”, instituto do governo americano, realizou uma pesquisa que comprova que o uso do simulador pode reduzir pela metade o número de acidentes, nos 24 primeiros meses após aprovação da habilitação. Os estudos mostram que o equipamento desenvolve as habilidades sensoriais e motoras do motorista, assim como os conhecimentos teóricos das regras de trânsito e o autocontrole emocional.
A campanha permanente faz parte do Pacto Nacional pela Redução de Acidentes no Trânsito (Parada) assinado no ano passado pelo governo brasileiro, em resposta à decisão da Organização das Nações Unidas (ONU), de instituir o período de 2011 a 2020 como a Década da Segurança no Trânsito.
Após a reunião do Contran, os conselheiros visitaram o estande do Ministério das Cidades no 27º São Internacional do Automóvel, no Parque do Anhembi, em São Paulo. O salão estará aberto até o próximo domingo (04/11).
Assessoria de Comunicação Social
Ministério das Cidades