segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

DICAS PARA OS CABELOS FICAREM LINDOS.

 
      ESCOLA FV.FABIO VICENTINI TREINAMENTO PARA HABILITADOS.

 

 O QUE SÃO CABELOS LINDOS?

Cabelos Lindos são cabelos saudáveis, com brilho, movimento, luminosos, bem tratados, perfumados, com o volume na medida certa, que nos fazem sentir bem com nossa aparência, elevam a auto-estima e o bem-estar.
Cabelos Lindos
são um sonho realizável por qualquer pessoa de bem com a vida, que tenha prazer em cuidar de si e reservar um tempo para cultivar sua beleza interior e exterior.
Cabelos Lindos
são cabelos curtos, médios ou longos; lisos, cacheados ou crespos; cabelos loiros, castanhos, ruivos ou negros; naturais ou coloridos; enfim, são cabelos com seu estilo, sua identidade, independente de porte físico, raça, cor ou condição financeira.
Cabelos Lindos
estão ao alcance de todos.
MAS COM TER CABELOS LINDOS?
Tratando-os diariamente com atenção, carinho, utilizando produtos e técnicas adequados ao seu tipo de cabelo, diagnosticados por um profissional competente, com conhecimento em estética capilar, fugindo das fórmulas “mágicas” e das fórmulas caseiras que não oferecem a menor segurança.

A tecnologia para cuidar dos cabelos vem sendo aperfeiçoada dia após dia, permitindo alisar ou encrespar, colorir ou descolorir, mudar a forma, o volume, o movimento ou qualquer outra característica desejada. Para se fazer isso com segurança, evitar surpresas desagradáveis e obter os melhores resultados, são necessários conhecimentos especializados bem como muito comprometimento profissional.

O site Guia da Mulher foi criado para ajudar nesta tarefa. Aqui você vai encontrar as melhores dicas, as informações mais atualizadas, os alertas sobre erros a serem evitados no cuidado com seus cabelos.

Conte conosco e explore as informações disponibilizadas pelo nosso site!

COMO CUIDAR DE SEUS CABELOS
Em se tratando de cabelo algumas regras básicas se fazem necessárias para manter os cabelos sempre bonitos e saudáveis. Assim como fazemos com as plantas existe um tempo certo para a poda, os cabelos também precisam de uma atenção especial.

Cabelos Curtos
  • Os cabelos curtos (orelhas e nuca de fora), tanto femininos quanto masculinos, devem cortados a cada 25 dias, ou seja, em menos de um mês
  • Nunca deixar que ultrapasse este tempo, caso contrário os cabelos perdem o corte, perdem as costeletas e ficam sem o pé
  • Este mesmo tempo deve ser seguido pelas mulheres que usam franja


Cabelos Médios
  • Os cabelos médios precisam ser aparados a cada quarenta e cinco dias, ou seja, a cada mês e meio
  • Nunca deixar que ultrapasse este tempo, caso contrário os cabelos embaraçam, não crescem e caem, formando pontas duplas, triplas, quádruplas e assim por diante


Cabelos Longos
  • Como para os cabelos médios, os cabelos longos precisam ser aparados a cada quarenta e cinco dias, ou seja, a cada mês e meio
  • Da mesma forma, nunca deixar que ultrapasse este tempo, caso contrário os cabelos embaraçam, não crescem e caem, formando pontas duplas, triplas, quádruplas e assim por diante.


CUIDADOS NOS DIA-A-DIA

  • Como usar Bobes
  • Reparadores de pontas ou silicones?
  • Lavar ou não lavar os cabelos todos os dias?
  • Por que o cabelo desidrata?
  • Vamos domar o Volume?
  • Manutenção: saiba a sua importância.
  • O Sol e os Cabelos
  • Cuidados com os Cabelos
  • Cuidados Especiais com Cabelos Brancos
  • Cosméticos para Cabelos
  • Investindo nos cabelos
  • Conhecendo o Cabelo
  • Cabelos iguais aos de salão
  • Lavando os Cabelos
  • Ciclo de Vida do Cabelo
  • Cabelos Finos, Lisos e sem Volume
  • Escova de Salão
  • Escolhendo o Secador de Cabelos
  • Cabelo de Criança
  • Sal, Sol, Mar e Piscina - Cuidados Especiais

COLORAÇÃO
  • Cabelos Loiros, Castanhos ou Vermelhos?
  • Altura e Tom
  • Reflexos, Luzes, Mechas ou Balayage?
  • Não gostei da cor. E agora?
  • Descoloração Capilar : Cuidado!
  • Clareamento Espalmado
  • Tipos de Coloração
  • Coloração - Cuidados Especiais
  • Cabelos Vermelhos
  • Conhecendo as Cores
  • Cinco Conselhos em Coloração
  • Pintando os Cabelos em Casa
  • Vocabulário da Coloração
  • De Morena a Super Loira
  • Fazendo Mechas em Casa
DICAS

Condicionador:O condicionador não precisa ser necessariamente da mesma marca que a do xampu.
Ação Quimíca:
No inverno ou em ambientes com ar condicionado frio os processos químicos demoram mais para agir.
Antes de Dormir:
Tenha por hábito pentear bem seus cabelos antes de dormir.
Cabelos Brancos:
Quando os cabelos possuem alta concentração de fios brancos e são muito resistentes à coloração, deve-se utilizar o sistema de pré-pigmentação.
Cabelos Cacheados:
Para cabelos cacheados, use um ativador ou restaurador de cachos, como leave in, e amasse os cabelos com as mãos. Ao colocá-lo, seus cachos ficarão definidos.
Cabelos Lindos:
Cabelos lindos são sempre bem tratados e cuidados. Não bastar fazer químicas.
Cabelos Molhados:
Não escove os cabelos molhados. Prefira um pente de dentes largos.
Caspa e Queda:
Lavar os cabelos diariamente não traz problemas; se puder, lave-os dia sim, dia não, principalmente no inverno, será melhor para seus fios, mas não deixe com que sua raiz fique oleosa, excesso de oleosidade no couro cabeludo causa caspa e queda.
Desembaraçando os Cabelos:
Desembarace os cabelos ainda úmidos, use pente de dentes largos, cremes sem enxágüe facilitam o trabalho.
Gestantes:
Gestantes devem consultar seu médico antes de fazer qualquer química nos cabelos.
Hidratação:
Seus cabelos precisam de hidratação, assim como você precisa beber água para não se desidratar.
Não Acorde Descabelada:
Dormir com os cabelos molhados pode fazer com que você acorde com eles indisciplinados.
Os Fios Podem Quebrar:
Não durma com os cabelos presos; os fios podem quebrar.
Prendendo os Cabelos:
Não prenda os cabelos quando estão molhados ou úmidos. Isso pode tanto marcar como quebrar os fios.

Temperatura da Água:
Para lavar os cabelos, observe a temperatura da água que vai utilizar; o ideal é que seja água morna.
Secador:Se você usa muito o secador, proteja seus cabelos. Calor demais desidrata.
 
 
CONTATO: (13) 3467-9848. (13) 3379-7552.

20 DICAS PARA AUMENTAR SUA AUTO-CONFIANÇA.

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20 DICAS PARA AUMENTAR SUA AUTO- CONFIANÇA


1. Arrume seu armário e deixe apenas as roupas que lhe servem e que você gosta. Isto demonstra auto-aceitação, importante para quem quer se cuidar e melhorar a auto-estima.
2.
Compre uma agenda e anote tudo o que você comer. Assim você terá a idéia exata do que e quanto está comento e assim poderá voltar a confiar em si, sem achar que está engordando ou não está emagrecendo por que come muito…
3.
Compre um creme hidratante ou óleo de banho e passe todos os dias pelo corpo todo após o banho. Isso faz com que você tenha a idéia exata do seu corpo ( ajuda na auto-imagem ) e sinta-se bem com ele.
4.
Preste atenção em si mesma e valorize-se em outros aspectos como a personalidade, uma parte do corpo de que gosta. Procure ter em mente as suas qualidades.
5.
Cuide sempre de sua pele e cabelos. Você vai se sentir mais cuidada e bonita e isso aumentará sua autoconfiança.
6.
Arranje prazeres em sua vida, faça mais coisas de que gosta. Agrade-se!
7.
Escolha as roupas que vai usar no dia, combine cores, tecidos e modelos. Não use a primeira que estiver em sua frente.
8.
Compre um espelho de corpo inteiro. Chega de se olhar só do pescoço para baixo. A auto-aceitação é o melhor caminho para você adquirir autoconfiança. Só emagrece quem se conhece.
9.
Não se culpe quando tiver algum comportamento que não deseja. Perdoe-se e procure aprender com a experiência para não repeti-la mais tarde. Culpar-se, xingar-se, não vai resolver este problema, só faz com que você abaixe ainda mais a sua auto-estima.
10.
Comece a praticar algum esporte ou caminhada. Quando sentimos que estamos nos cuidando, nossa autoconfiança aumenta.
11.
Seja mais exigente. Escolha sempre o que quer para você. Desde a alimentação até suas companhias, trabalho, passeios, etc. Você não é qualquer coisa! Você sempre tem escolhas!
12.
Aprenda a dizer não! Não queira agradar a todos sempre. Pense sempre em você, na sua disponibilidade e fale não, quando necessário.
13.
Aprenda a se conhecer para fazer as melhores escolhas em sua vida e assim, viver bem consigo mesma. Para isso fique atenta ao que quer ou não, e ao que lhe faz bem ou não.
14.
Há casos em que a pessoa precisa de ajuda profissional. Não tenha vergonha em procurar um grupo de apoio ou um terapeuta para aumentar sua autoconfiança.
15.
Não confie cegamente na opinião dos outros a seu respeito; tenha autocrítica e veja o que realmente está correto e o que você não concorda. Normalmente as pessoas com autoconfiança rebaixada sempre pensam o pior de si, sem ser verdade.
16.
Você pode fazer uma lista de coisas de que gosta em você ( suas qualidades ) e colocar em algum lugar visível, e sempre que se sentir mal, com baixa auto-estima leia a listinha e retome a autoconfiança.
17.
Não deixe de aceitar convites para festas e viagens por se sentir “feia” ou menos que as outras pessoas. Ficar em casa não vai ajudar e ainda vai fazer com que você se sinta pior.
18.
Faça uma lista das coisas que você quer para si mesma ( em relação a seu corpo, casa, visa,… ), em ordem de prioridades, e vá colocando em prática, tomando atitudes que vão fazer com que seus desejos se realizem. A cada vitória, sua autoconfiança cresce e se fortalece.
19.
Use sempre batom, assessórios como brincos, anéis, etc., mesmo que vá ficar em casa. Não se arrume apenas para os outros e sim, principalmente para você. Isso será importante para que você sinta-se sempre arrumada e assim sua auto-estima fica sempre em um nível bom.
20.
Aprenda a aceitar elogios. Pessoas com baixa autoconfiança não acreditam quando alguém as elogia. Analise o elogio e veja o que tem de verdade e que você é quem não acha.

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ACIDENTE NA PONTE RIO NITERÓI

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Bombeiros retomam buscas por motorista que caiu da Ponte Rio-Niterói

Namorada disse que motorista desceu do carro com problema para colocar água no radiador quando foi atropelado por caminhão. Vítima teria caído de uma altura de 60 metros.

 
 

domingo, 13 de janeiro de 2013

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Quem dirige melhor, o homem ou a mulher?
Se você perguntar para as seguradoras, responderão prontamente que as mulheres dirigem melhor, tanto é que o prêmio do seguro para elas é sempre mais barato. Se elas cometem mais “barbeiragens”, os homens arriscam mais.Os carros mostram, pelos defeitos que apresentam,os erros dos seus donos.Uma embreagem por exemplo tem uma vida útil de 30.000 km a 200.000 km! O que determina tamanha variação é o piloto, ele ou ela no volante, não importa. Existem exemplos de péssimos e bons motoristas nos dois sexos. Os homens que vêm à oficina geralmente são mais “entendidos” dos assuntos mecânicos, arriscam mais diagnósticos por conta própria (nem sempre acertam) e são mais aptos a saírem de situações de quebra na rua. O carro de mulher está geralmente mais cuidado na parte mecânica, acredita-se que isso se deve ao fato do “entendido” homem achar que sabe administrar defeitos presentes no carro por mais tempo, fazendo componentes durarem até o último minuto possível de vida útil. A mulher já procura sanar logo qualquer barulho ou falha, pois teme mais a quebra. Falar quem é pior atrás do volante, quem é o perigo constante é arriscado. Houve o caso da mulher que acabou com a embreagem em 30.000 km e também o homem que gastou as pastilhas de freio em 15.000km, estas que normalmente passam dos 50.000...


Erros ao volante:

· Parar em uma subida e “segurar” o carro na embreagem.

Essa situação gasta 10.000km de vida de embreagem em 2 minutos! O correto é segurar no freio de pé ou mesmo no de estacionamento. Nos carros com câmbio automático essa prática também diminui a vida de componentes internos do próprio câmbio.

· Manter a direção hidráulica no fim do curso.

Quando a direção chega ao batente o certo é soltar um pouco para poupar bomba e tubulações do esforço desnecessário.

· Frear com a embreagem acionada.

O correto é deixar a marcha engrenada enquanto freia para o motor dividir com o freio o trabalho de desacelerar o veículo.

· Acelerar o motor e desligar em seguida.

Isso não serve para nada, é uma idéia antiga que tinha a intenção de repor mais carga na bateria para a partida seguinte.


  • Descansar o pé esquerdo no pedal da embreagem.

Outro costume que só faz vender mais embreagem nova.


  • Não usar a quinta marcha no circuito urbano.

A partir dos 60km/h em local plano usar a última marcha ajuda a economizar combustível, principalmente nos carros de 1000 cilindradas que têm relações de marcha mais reduzidas.


  • Aquecer o motor antes de sair.

Carro funcionando parado só polui e desperdiça combustível. Dar a partida e sair não prejudica em nada o motor, o que deve ser evitado é exigir ao máximo do motor enquanto ele ainda está frio.
 
 
 
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A MULHER QUE INVENTOU O LIMPADOR DE PARA BRISAS.

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Equipamento foi inventado por uma mulher em 1903; mais de cem anos depois, ele continua equipando os automóveis sem nenhuma grande evolução do projeto inicial.




 

Ao longo dos mais de 100 anos de existência do automóvel, os fabricantes introduziram incontáveis aprimoramentos, de modo a torná-lo cada vez mais eficiente. Muitas soluções técnicas foram aperfeiçoadas à exaustão, mas uma ou outra teimam em permanecer basicamente iguais. É o caso dos velhos limpadores de para-brisa. Desde o começo do século XX até os dias de hoje, os veículos ainda não conseguiram abrir mão deles.

COISA DE MULHER Quem inventou os limpadores foi uma mulher. E não estamos falando daquelas belas garotas de lavajato, de camisetas curtas, que limpavam o para-brisa esfregando os seios cuidadosamente contra o vidro. A inventora do sistema na verdade foi a norte-americana Mary Anderson, em 1903. A ideia surgiu durante um passeio de bonde no inverno de Nova York. Mary observou que o motorneiro tinha que realizar várias paradas para remover a neve do para-brisa. Cansada de enfrentar os trajetos morosos e gelados, ela concebeu sua invenção.


Cansada de ver o motorneiro do bonde em que viajava em Nova York parar para tirar neve do para-brisa em 1903, Mary Anderson inventou o equipamento que é essencial até hoje.                                



 

DISSEMINAÇÃO Mary patenteou o dispositivo, que era basicamente uma lâmina de borracha fixada em uma haste de metal. A redenção veio em 1908, quando Henry Ford passou a equipar o famoso modelo T com os limpadores. A partir de 1920, quando a patente expirou, vários fabricantes passaram a usar o equipamento e, rapidamente, todos os automóveis produzidos nos Estados Unidos faziam uso da invenção.

MANUAL No começo, o acionamento do limpador era manual. O próprio condutor, por meio de uma alavanca, movimentava a palheta. Era incompatível para o motorista executar a dupla-função de dirigir o carro e limpar o vidro, mas o incômodo não duraria muito. Em 1917, outra mulher, Charlotte Bridgwood, aperfeiçoou o equipamento, inventando o limpador automático. Atualmente, o acionamento acontece por meio de um motor elétrico, mas até a metade do século passado também eram comuns os limpadores a vácuo, acionados pela sucção provocada pelo próprio propulsor à combustão do veículo.

CONTEMPORANEIDADE Em pleno século XXI, o limpador resiste à tecnologia e segue com poucas alterações. Alguns carros, dotados de para-brisas muito grandes, necessitaram de limpadores com áreas de varredura maiores, o que fez surgir o sistema que movimenta as palhetas em sentidos opostos, ao contrário do tradicional, no qual as duas peças movem-se para o mesmo lado. Também são recentes as palhetas do tipo flat-blade, que dispensam a armação em metal. A pós-modernidade do sistema é o sensor de chuva, que aciona o limpador automaticamente diante dos primeiros pingos de água no para-brisa.

PROBLEMAS A falta de alterações significativas ao longo de quase um século frequentemente manifesta-se em forma de problemas. A borracha das palhetas resseca com facilidade, e ai do proprietário se não substituí-las em dia: a pena para a omissão varia de arranhados no para-brisa até graves acidentes por falta de visibilidade. E até agora, ninguém conseguiu inventar um limpador que permita boa visão sob fortes temporais ou nevascas. Limitações à parte, o fato é que ainda não surgiu equipamento capaz de aposentar a invenção de Mary Anderson.


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A HISTÓRIA DA MULHER NA COMPUTAÇÃO

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A história da mulher na computação.
     


Ao longo da história parece que não temos grandes nomes femininos na área da computação. O interesse das mulheres por computadores não foi lá muito promissor e o número de programadoras é muito baixo. Mas afinal, será que as mulheres sempre foram desligadas nessa área? Vejam algumas mulheres que se destacaram no mundo da informática e contribuíram muito para o desenvolvimento dessa tecnologia.
Os primeiros passos do sexo frágil

A primeira mulher que veio para mudar a inclusão destas na informática foi uma inglesa no śeculo XIX. Após conhecer as ideias da máquina analítica de Charles Babbage, que é um pioneiro da computação, a matemática Ada Augusta Byron King criou um algoritmo para o cálculo de Bernoulli, ficando conhecida como a primeira mulher programadora da história.

Outra mulher que foi uma das importantes mulheres na área de computação foi a americana Grace Murray Hoper, que trabalhou na programação da série de computadores Mark I, um dos primeiros computadores digitais. Hoper também idealizou o conceito de sub-rotinas no qual se aproveita módulos de comandos para diminuir tempo e esforço, e é a responsável pelos termos "bug" e "debugging" após descobrir que uma mariposa (bug) estava atrapalhando os circuitos de uma máquina. Além disso, Grace Hoper achava que as linguagens deveriam ser mais amigáveis e desenvolveu uma linguagem baseada no inglês chamada FLOW-MATIC, uma linguagem muito utilizada na época e que ainda exerceu grande influência na linguagem COBOL, que é umas das linguagens usadas até hoje.
Participação no desenvolvimento do Eniac
Nos anos 40 foi criado o Eniac, um dos primeiros computadores da era da Informática e mais uma vez tínhamos as mulheres contribuindo para o projeto. Ao todo eram seis mulheres que faziam parte do Corpo Voluntário Feminino para Emergências (WACS em inglês), e tinham um trabalho árduo de realizar cálculos balísticos.
Por volta dos anos 60 uma americana chamada Dana Urely foi a primeira mulher engenheira a participar de um projeto da Nasa, em Pasadema (Califórnia-EUA). Ela participou da criação de algoritmos que automatizaram o sistemas de rastreamento de tempo real da NASA's Deep Space Network.
No Brasil
Aqui no Brasil temos mulheres que estão entre os principais cargos na área da computação. Uma grande profissional da área é Dilma M. da Silva, Ph.D em Ciência da Computação pelo Instituto de Tecnologia da Geórgia em Atlanta. Atualmente ela é gerente do grupo de pesquisa avançada de Sistemas Operacionais da IBM em Nova Iorque. Não podemos deixar de citar Juliana Freitag Borin também Ph.D em Ciência da Computação, que é escritora da revista SBC Horizontes e atualmente mantêm um blog sobre mulheres brasileiras na tecnologia da informação. Há também a Cláudia Maria Bauzer Medeiros, doutora em Ciência da Computação pela Universidade de Waterloo, Canadá. Cláudia foi presidente da Sociedade Brasileira de Computação de 2004 a 2007.
Outras mulheres importantes:
  • Adele Goldberg participou da criação da linguagem orientada a objeto Smalltalk-80;

  • Emmy Noether pesquisou álgebra abstrata que forneceu os fundamentos para a criação da linguagem PROLOG;

  • Lois Haibt desenvolveu um analisador de expressão aritmética, componente essencial para o compilador FORTRAN;

  • Sister Mary Kenneth Keller participou no desenvolvimento da linguagem BASIC.

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sábado, 12 de janeiro de 2013

HOMENS X MULHERES.

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Mulheres x homens.


No Brasil, as mulheres são mais da metade da população e já estudam mais que os homens, mas ainda têm menos chances de emprego, ganham menos do que o universo masculino trabalhando nas mesmas funções e ocupam os piores postos. Nos últimos anos, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a distribuição de renda melhorou, mas a desigualdade entre homens e mulheres, ainda é muito significativa.
Embora ao longo das últimas décadas a participação das mulheres no mercado de trabalho tenha deixado, aos poucos, de ser percebida como secundária ou intermitente, esta inserção é ainda marcada por diferenças de gênero e raça, conclui o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) na última edição do estudo “Retratos das Desigualdades de Gênero e Raça”, produzido anualmente desde 2004. Isto é, quando se combinam desigualdades, as diferenças ficam ainda mais acentuadas.
“Além de estarem menos presentes do que os homens no mercado de trabalho, as mulheres ocupam espaços diferenciados e estão sobrerrepresentadas nos trabalhos precários”, diz estudo do Ipea. A trajetória feminina rumo ao mercado de trabalho não significou a redivisão das tarefas entre homens e mulheres, mesmo quando se tratam de atividades remuneradas.
Raquel Camargo/SMABC 
  • Pesquisas indicam que mulheres ganham menos que os homens, mesmo quando ocupam funções
  • Iguais.
Dados sobre a distribuição por setor de atividade apontam uma clara segmentação ocupacional, tanto relacionada ao gênero, quanto à raça. As mulheres – especialmente as negras – estão mais concentradas no setor de serviços sociais (aproximadamente 34% da mão de obra feminina), grupo que abarca serviços de cuidado em sentido amplo (educação, saúde, serviços sociais e domésticos). Já os homens, sobretudo os negros, estão sobrerrepresentados na construção civil. Em 2009, esse setor empregava quase 13% dos homens e menos de 1% das mulheres, indica o estudo do Ipea.
Salários
O mais recente Censo Demográfico (2010) do País mostra que o rendimento médio mensal dos homens com Carteira Profissional assinada foi de R$ 1.392, ao passo que o das mulheres foi cerca de 30%
abaixo disso, atingindo R$ 983. Esse quadro deixou o Brasil atrás de 79 países em um ranking de 146 nações elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud). O Índice de Desigualdade de Gênero (IDG), um dos indicadores complementares ao Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), colocou o País no ano passado na 80ª posição, atrás do Chile, Argentina, Peru, México, Venezuela e até dos árabes, como a Líbia, Líbano e Kuwait. Os melhores índices são da Suécia, dos Países Baixos e da Dinamarca. O cálculo do IDG considera, além do mercado de trabalho, indicadores como a saúde reprodutiva e capacitação.
Mas não é só o ranking do Pnud que mostra as diferenças. De acordo com o Global Gender Gap Index/2011 (Desigualdade Global de Gênero/20011), do World Economic Forum (WEF), o País aparece em 82º lugar numa lista de 135 nações. Na região, o Brasil só não é mais desigual que Bolívia, México, Ilhas Maldivas e Guatemala. O estudo avalia a diferença entre gêneros nas áreas de participação econômica e oportunidades, de educação, capacitação política e de saúde e sobrevivência.
A trajetória do Brasil tem sido de queda. Em 2006, ano da primeira edição do ranking da WEF, quando foram avaliados 115 países, o Brasil havia ficado no 67º lugar. O que mais tem puxado o País para baixo são as diferenças salariais e a distribuição por setor de atividade no mercado de trabalho, de acordo com os relatórios anuais do World Economic Forum.
Poder
De acordo com o último relatório (2009/2010) do Observatório Brasil da Igualdade de Gênero, cujo tema-foco foi “Mulheres, Poder e Decisão”, as mulheres representam mais da metade da população e do eleitorado, tem maior nível de escolaridade, representa quase 50% da população economicamente ativa do País, mas não chegaram a 20% nos cargos de maior nível hierárquico no Parlamento, nos governos municipais e estaduais, nas secretarias do primeiro escalão do Poder Executivo, no Judiciário, nos sindicatos e até nas reitorias.
A proporção de mulheres dirigentes (4,4%) também é inferior à proporção de homens dirigentes (5,9%). Essa diferença de 1,5 pontos percentuais é a mesma desde o ano de 2003, de acordo com o mesmo estudo, elaborado pela Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM). “Quando essas proporções são analisadas regionalmente, percebe-se que as maiores disparidades da proporção de homens e mulheres dirigentes encontram-se nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, enquanto que nas regiões Norte e Nordeste as proporções são mais próximas”, conclui o relatório.
Em 2010, nas eleições gerais, as mulheres ficaram com 12,9% das cadeiras nas Assembleias Legislativas, com 8,5% das vagas na Câmara dos Deputados e com 9,8% no Senado e 7,4% dos governadores. Mas o fenômeno não é apenas nacional. No mundo, apenas 35 países (19%) contam com mulheres no Parlamento, enquanto que outras 152 nações (81%) não têm sequer uma mulher em seus Parlamentos, de acordo com a União Interparlamentar (IPU).
O estudo da Secretaria de Políticas para as Mulheres avalia ainda que o problema da baixa participação de mulheres em espaços de poder tem relação estreita com o limitado acesso feminino à esfera pública. Mas, acrescenta o documento, essa não é a única explicação. Fatores culturais estão entre as principais causas dessa disparidade: a cultura de divisão sexual do trabalho, o não compartilhamento de tarefas domésticas e familiares e o preconceito de gênero, entre outros fatores.
No setor privado, o quadro não é muito diferente do que no setor público. Pesquisas tendem a confirmar essa proporção de 20% a 30% de mulheres nos postos de chefia. Levantamento feito em 2009 pela Catho Online com um total de 89.075 empresas apontou que as mulheres ocupavam apenas 21,4% dos cargos de chefia. Da mesma forma que em outras esferas – a sindical e os cargos de livre nomeação e exoneração do Poder Executivo, por exemplo, quando se analisam os diferentes cargos compreendidos no conceito de chefia, percebe-se, novamente, que quanto mais alto o cargo, menor o percentual de mulheres.


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